
Membros da Convenção Nacional das Assembléias de Deus reuniram-se para decidir e votar nos homens que haveriam de dirigir a maior denominação cristã do Brasil. Cerca de 50% dos membros da Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil (CGADB), ou seja, 17 mil ministros (pastores e evangelistas) se inscreveram para o maior concílio da história da denominação cristã. O grande interesse foi motivado pela eleição da nova mesa diretora, disputada entre o presidente reeleito, pastor José Wellington Bezerra da Costa, líder do maior ministério da denominação – o Belenzinho, na capital Paulista, e pastor Samuel Câmara, líder da AD em Belém do Pará, onde a igreja começou, há quase 100 anos, em junho de 1911.
As reuniões que também discutiu divórcio e evangelização, foi realizada no Centro de Convenções em Serra, município da Grande Vitória, no Espírito Santo, de 20 a 24 de abril. A eleição ocorreu durante o dia 23. Foram instaladas 180 urnas eletrônicas adaptadas para os 18 cargos – votados em duas urnas. As urnas fornecidas pelo TRE-ES, que também manteve técnicos para acompanhar o pleito.
A Convenção Geral montou uma mega estrutura para receber seus membros, esposas, que tiveram programação paralela, sua editora, mídia, refeitório, 100 guichês de cadastramento (as inscrições foram concluídas três meses antes do início do Concílio), de demais dependências.
Dos 17.218 inscritos e aptos, 4.339 não votaram. Além de a eleição constituir-se em um fato inédito, por sua grandeza e uso de urnas eletrônicas, não houve nenhum problema quanto ao uso das urnas. Segundo Alfredo Andrade, chefe da Seção de Voto Informatizado do TRE-ES, somente uma urna apresentou problema, em função da falta de energia. Porém a falha da bateria não influenciou em nada o andamento do sistema.
Resultado da eleição:
Presidente
Pastor José Wellington Bezerra da Costa, 6.719 votos (reeleito);
Pastor Samuel Câmara, 5.963.
Vices (um de cada região do país)
1º vice – Silas Malafaia (RJ), 5.843 (eleito);
Oscar Domingos Moura, 5.539;
Temóteo Ramos de Oliveira, 825.
2º vice – Ubiratan Batista Job (RS), 6.056 (eleito);
Ival Teodoro, 5.643.
3º vice – Sebastião Rodrigues de Souza (MT), 6.212 (eleito);
Sóstenes Apolo, 5.529.
4º vice – Gilberto Marques de Souza (PA), 6.263 (eleito);
Pedro Lima, 5.594.
5º vice – José Neco dos Santos (AL), 6.315 (eleito);
José Coutinho Guimarães, 5.420.
Secretários (um de cada região do país)
1º secretário – Isaías Coimbra (RJ), 6.442 (eleito);
Moisés Silvestre, 5.691.
2º secretário – Arcelino Brito de Melo (SC), 6.391 (eleito);
Nilton dos Santos, 5.668.
3º secretário – Antonio Dionízio da Silva (MS), 6.502 (eleito);
Domingos Junior, 5.525.
4º secretário – Isamar Ramalho (RR), 6.373 (eleito);
Sebastião Fernandes, 5.590.
5º secretário – Roberto José dos Santos (PE), 6.313 (eleito);
Valdomiro Pereira, 5.622.
Tesoureiros
1º tesoureiro – Antônio Silva Santana (SP), 6.026 (eleito);
Jonas Francisco de Paula, 5.434.
2º tesoureiro – Josias de Almeida Silva (SP), 6.027 (eleito);
Ivan Pereira Bastos, 5.629.
Conselho Fiscal
Joel Holder (RO), 6.410;
Israel Alves Ferreira, 6.341;
Perci Fontouro, 6.338;
Rinaldo Alves dos Santos, 6.337;
João Carlos Padilha de Siqueira, 5.914 (eleitos).
Samuel Lima dos Santos, 5.559;
Antônio José Azevedo Pereira, 5.467;
Jesus Vieira Vilandi, 5.402;
Moisés de Melo, 5.379;
Álvaro Além Santos, 5.220;
Samuel Rodrigues, 376;
Admar Vargas de Oliveira, 282.
Fonte: Assembléia de Deus
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ananias
10 months ago
Bem estou muito feliz por ver que ainda não é tempo de o pr Jose w b da costa , deixar essa administração tão maravilhosa .. fiquei triste e pedi a DEUS que não deixasse o pr samuel ser eleito pois ele em uma de suas entrevistas disse “que tinhamos que renovar a presidencia da ad DEUS, pois o pr Jose ja estava cansado. Pergunto eu : Se o pr JOSE estivesse cansado ele iria concorrer a reeleição…tenho medo de ver a ass. de DEUS em mão ambiciosas. Agora que ele tentou usando a rede boas novas que é a tv dos camaras ele tentou mas deus deixa as coisas como ele quer ainda que custe dores .. Ananias fernandes Pr. e Dr. em direito. Manaus Amazonas
PR. DAVIDSON GOMES VIEIRA
5 months ago
NOTICIA IMPORTANTE
SOBRE A CGADB:
O Pr. Davidson Gomes Vieira ingressou com representação na CGADB postulando a instauração de processo administrativo em face do Pr.SAMUEL CÂMARA em razão da flagrante conduta aética consubstanciada por seu ofensivo pronunciamento, levado ao ar em programa televisivo no dia 13 de junho de 2009. Espera que o Conselho de Ética e Disciplina cumpra efetivamente o seu papel.
ESCLARECIMENTOS
A representação não adentra ao mérito do pronunciamento do Pr. Samuel Câmara, ou seja, ela não discute se são ou não verossímeis as denúncias por ele perpetradas, até porque, seu humilde subscritor (Pr. Davidson), na qualidade de simples convencional, jamais se arvorou postar-se como advogado da CGADB e de seus inscritos.
A representação (direito de petição de todo convencional) foi formulada sob os pressupostos do próprio Estatuto e Regimento Interno da CGADB, não se trata de peça difamatório ou de qualquer conteúdo ofensivo à notável ilibada honra do Pr. Samuel Câmara, valendo frisar, que o Representante (Pr. Davidson Gomes Vieira) na qualidade de advogado não poderia esquecer que segundo as próprias regras estatutárias e regimentais poderá, também, sofrer da sanção administrativa, caso não comprove a verossimilhança de suas alegações feitas em desfavor do Pr. Samuel Câmara.
A mencionada representação busca ver declarada a gritante falta de ética do Pr. Samuel Câmara, em trazer ao seu programa televisivo (assistido por milhares de pessoas), denúncias contra a CGADB de fatos que tratados sob o crivo de uma ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA composta da presença de mais de 14.000 pastores, foram ali sanados com a aprovação das contas.
Ora, não se discute a boa ou má gestão da mesa diretora, o que se discute é o fato de um membro, quiçá, perturbado ou não com sua derrota no recente pleito à presidência, tenha a ousadia de vir a público conspurcar a honra da instituição que almeja presidir e dos colegas a quem deve o amor cristão, fomentando a discórdia entre irmãos, quando pelo próprio mister de seu ministério tinha a obrigação de lutar pela união de seus pares e sobretudo não olvidar do direito à dignidade humana, impondo freio à sua solta língua.
Aliás, por ocasião da Assembléia Geral, o Pr. Samuel Câmara teve e usou largamente o direito à palavra e, se ali não fez prevalecer suas convicções, certamente não lhe era lícito usar de seu programa televisivo para de maneira totalmente cômoda incriminar de modo indevido e inoportuno, em local inapropriado fazer denúncias contra quem ali não se encontrava para se defender, agindo assim, com evidente ânimo de difamação.
Imaginem, nos ministros, que tendo nos tornados desafetos de alguém que nos confidenciou suas mazelas em razão de nosso ofício sacerdotal e, que por conta do rompimento da relação de amizade venhamos tornar público aquilo que era confidencial sob o discurso da “transparência” . Não seria no caso a dilatação um mal maior do que o próprio pecado da ovelha? Como afirmou o reverendíssimo Pr. Marco Feliciano em seu recente glorioso pronunciamento sobre a eficácia da fofoca, da calúnia e da difamação: “A quem aproveita o escândalo senão ao Diabo?” Por que utilizarmos de caminhos escusos quando temos caminhos legítimos para expor nossos ideais e promover nossas defesas?
Pr. Davidson Gomes Vieira
MEMBRO DA CGADB