Deputado Federal Distribui panfleto antigay no Rio de Janeiro, Jornal da Globo

Dep. Federal Distribui panfleto antigay no Rio de Janeiro. Hoje o Joranl da Globo exibiu uma reportagem sobre o que o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) realizará no Rio de Janeiro. Ele produziu mais um episódio polêmico mandando imprimir 50 mil cópias de um panfleto antigay para ser distribuído em residências e escolas e portas de Igrejas Evangélicas do Rio de Janeiro.

O panfleto confeccionado por Bolsonaro, que é capitão da reserva Exército, defronta o kit anti-homofobia, material didático preparado pelo Ministério da Educação que deve ser distribuído a escolas públicas. Esse kit já foi questão de discussão entre tablóides evangélicos de todo país.

Crítico feroz do kit anti-homofobia, o deputado escreve no seu panfleto: “Querem, na escola, transformar seu filho de 6 a 8 anos em homossexual. Com o falso discurso de combater a homofobia, o MEC, na verdade incentiva a homossexualidade nas escolas públicas do 1º grau e torna nossos filhos presas fáceis para pedófilos”.

De acordo o jornal Folha de São Paulo, um dos textos do impresso chega a associar a homossexualidade à pedofilia. Além disso, Bolsonaro não disse quando gastou na produção do material, mas adiantou que pretende incluir a despesa em sua verba de gabinete e pedir reembolso da Câmara dos Deputados.

Na semana em que a lei de união civil entre homossexuais foi aprovada, as Igrejas, bem como os mais conservadores lutam pra contrapor as medidas que vem sendo impostas.

Uma série de questões vem sendo levantadas por líderes evangélicos em defesa dos direitos cristãos. Um dos exemplos mais clássicos é o Pastor Silas Malafaia. Ele fará agora uma manifestação que acontecerá no dia 29 de junho, às 15h, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília.

O objetivo é protestar contra a volta do Projeto de Lei 122, desarquivado no Senado, em fevereiro deste ano, pela senadora Marta Suplicy, do PT, com a assinatura de 27 senadores. O PL 122 criminaliza qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo no Brasil, com pena de 2 a 4 anos de prisão.

Até!

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