O Diário de Simonton; Presbiteriana Comemora 150 Anos no Brasil – Filme

A Igreja Presbiteriana do Brasil tem o que comemorar. Um filme tem sido produzido diante das comemorações pela passagem do sesquicentenário da denominação religiosa no país. A produção e direção do Curta-metragem ficaram por conta da dupla de diretores Jader Gudin e Joel Yamaji, que também serão responsáveis pelo roteiro.

Produção independente, O Diário de Simonton, conta a história do último dos nove filhos de um deputado federal e médico da Pensilvânia, nos Estados Unidos, o reverendo Ashbel Green Simonton e como ele ofereceu ainda muito jovem o filho, para trabalhar no Brasil, como missionário da Igreja Presbiteriana.

Autorizado então, viajou 54 dias até desembarcar na Baía da Guanabara, Rio de Janeiro. Aqui, difundiu a doutrina e arrebanhou, no processo de evangelização, seguidores. A passagem aconteceu há 150 anos, mais precisamente no mês de agosto e foi descrita por ele num livro que serviu de base para o roteiro de O Diário de Simonton, o curta que esta sendo rodado na Fazenda Limoeiro da Concórdia, em Itu.

O filme orçado em aproximadamente R$ 200 mil teve sua receita levantada junto a apoiadores. Uma equipe de 60 pessoas trabalha para que o filme entre em circuito no segundo semestre.

No elenco, atores com passagens por minisséries de TV e filmes recentes como Guta Ruiz, Dionísio Neto e Sérgio Guizé, que vive o protagonista. Para levar à tela grande a história do missionário americano no formato de curta-metragem, Joel Yamaji recorreu ao que chama de poder de síntese.

Ele e o diretor Jader Gudin riem quando têm de explicar como fizeram para adaptar uma biografia tão rica em acontecimentos como a do personagem. É verdade que, se possível, o filme renderia um longa, mas não tivemos problemas em seguir outro padrão.

A história de Ashbel Simonton foi, mesmo, marcada por uma seqüência de episódios intensos, vibrantes. Três anos depois da chegada ao Brasil, o missionário retornou aos Estados Unidos para relatar o andamento de seu trabalho e conheceu Helen Murdoch, com quem se casou.

Com a família, voltou ao país; porém, em 1863, perdeu a esposa, nove dias depois do nascimento da filha. Em seguida, conhece o brasileiro José Manoel da Conceição que passara a fazer parte da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Márcio Roberto Alonso, da produtora LPC, diz que o filme não teve como abordar tantos eventos, mas revela ao público, essencialmente, os fundamentos da doutrina, sem a pretensão de converter aqueles que o assistirem.

Estamos aguardando.

Fonte: Cruzeiro do Sul
Texto adaptado: Baú Gospel

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