Revista IstoÉ faz Matéria Sobre Samuel Ferreira, AD Brás

Isto É Traz Reportagem sobre o Pastor Samuel Ferreira. A Matéria sobre Samuel Ferreira encanta leitores da IstoÉ. Pra quem esta nas convenções nacionais e tem oportunidade de ver o Pastor Samuel Ferreira de perto, chega ao menos em uma conclusão: Samuel Ferreira é um pastor versátil. O Pastor da Assembléia de Deus no Brás ganhou seu lugar em cadeias nacionais. Fato esse que o trouxe na edição 2167, dia 20 de maio de 2011, de uma das revistas de maior credibilidade nacional, a revista Isto.


Samuel Ferreira é um dos nomes mais fortes do ministério de Madureira e pastor de um dos mais modernos e lindos templos assembleianos que loca-se no Brás; presença que deve ser solidificada ainda quando assumir o lugar de seu pai, Bispo Dr. Manoel Ferreira, então presidente da Assembléia de Deus Ministério Madureira.

A Revista secular fez um comparativo da pregação de hoje do Pastor Samuel no templo em que lidera no Brás, São Paulo, com as tradicionais regras e esteriótipos que a Assembléia de Deus possui com relação a usos e costumes.

Ora, que as assembléias de Deus deixaram de atentar por parte de suas tradições antigas, isso não mais é segredo. Hoje, com o avanço do mundo, fica complicado estabelecer quesitos de antes, no entanto, melhor do que falar muito aqui… prefiro que você confira a reportagem na integra abaixo:

O evangélico desavisado que entrar no número 560 da ave¬nida Celso Garcia, no bairro paulistano do Brás, poderá achar que não está entrando em um culto da Assembleia de Deus. Maior denominação pentecostal do País – estima-se que tenha 15 milhões de adeptos, cerca de metade dos protestantes brasileiros –, historicamente ela foi caracterizada pela postura austera, pelo comedimento na conduta e, principalmente, pelas vestimentas discretas de seus membros.


Por conta dessa última particularidade, tornou-se folclórica por forçar seus fiéis a celebrarem sempre, no caso dos homens, de terno e gravata e, entre elas, de saia comprida, camisa fechada até o punho e cabelos longos que deveriam passar longe de tesouras e tinturas. Era a igreja do “não pode”. Não podia, só para citar algumas interdições extratemplo, ver tevê, praticar esporte e cultuar ritmos musicais brasileiros. A justificativa era ao mesmo tempo simples e definitiva: eram coisas do capeta.

No templo do Brás, porém, às 19h30 do domingo 15, um grupo de cerca de vinte fiéis fazia coreografias, ao lado do púlpito, ao som de uma batida funkeada. Seus componentes – mulheres maquiadas e com cabelos curtos tingidos, calça jeans justa e joias combinando com o salto alto; homens usando camiseta e exibindo corte de cabelo black power – outrora sofreriam sanções, como uma expulsão, por conta de tais “ousadias”. Mas ali eram ovacionados por uma plateia formada por gente vestida de forma parecida, bem informal. Palmas, também proibidas nas celebrações tradicionais, eram requisitadas pelo pastor Samuel de Castro Ferreira, líder do templo e um dos responsáveis por essa mudança de mentalidade na estrutura da Assembleia de Deus, denominação nascida em Belém, no Pará, que irá festejar seu centenário no mês que vem.

“Muitos chamam de revolução, mas o que eu faço é uma pregação de um evangelho puro, sem acessórios pesados”, afirma ele, 43 anos, casado há vinte com a pastora Keila, 39, e pai de Manoel, 18, e Marinna, 14. “A maior igreja evangélica do País está vivendo um redescobrimento.”

Sentado em uma cadeira logo ao lado do coral, Ferreira, que assistiu à televisão pela primeira vez na casa do vizinho, aos 7 anos, escondido do pai, Manoel Ferreira, pastor assembleiano, desliza o dedo indicador em um iPad segunda geração enquanto o culto se desenrola. Acessa a sua recém criada página no Twitter por meio da qual, em apenas um mês, amealhou mais de 110 mil seguidores. Quando se levanta para pregar a palavra, deixa visível o corte alinhado de seu terno e a gravata que combina com o conjunto social. Não que o pastor se furte em pregar de jeans, tênis e camisa esporte – tem predileção por peças da Hugo Boss –, como faz em encontros de jovens. “Samuel representa a Assembleia de Deus moderna, com cara de (Igreja) Renascer (em Cristo)”, opina o doutorando em ciências da religião Gedeon Alencar, autor de “Assembleias de Deus – Origem, Implantação e Militância” (1911-1946), editora Arte Editorial. “Os mais antigos, porém, acham o estilo dele abominável.”

Natural de Garça, interior de São Paulo, formado em direito e com uma faculdade de psicologia incompleta, Ferreira é vice-presidente da Convenção de Madureira, que é comandada por seu pai há 25 anos e da qual fazem parte 25 mil templos no Brasil, entre eles o do Brás. Os assembleianos não são uma comunidade unificada em torno de um líder. Há, ainda, os que seguem a Convenção Geral, considerada o conglomerado mais poderoso, e o grupo formado por igrejas autônomas.

Ferreira assumiu o templo da região central da capital paulista há cinco anos e passou a romper com as tradições. Ao mesmo tempo, encarou uma cirurgia de redução de estômago para perder parte dos 144 quilos. “Usar calça comprida é um pecado absurdo que recaía sobre as irmãs. Não agride a Deus, então liberei”, diz o pastor, 81 quilos, que até hoje não sabe nadar e andar de bicicleta porque, em nome da crença religiosa, foi proibido de praticar na infância e na adolescência.

Sua Assembleia do “pode” tem agradado aos fiéis. “Meu pai não permitia que eu pintasse as unhas, raspasse os pelos ou cortasse o cabelo”, conta a dona de casa Jussara da Silva, 49 anos. “Furei as orelhas só depois dos 40 anos. Faz pouco tempo, também, que faço luzes”, afirma Raquel Monteiro Pedro, 47 anos, gerente administrativa. Devidamente maquiadas, as duas desfilavam seus cabelos curtos e tingidos adornados por joias pelo salão do Brás, cuja arquitetura, mais parecida com a de um anfiteatro, também se distingue das igrejas mais conservadoras.

A relativização dos costumes da Assembleia de Deus se dá em uma época em que não é mais possível dizer aos fiéis que Deus não quer que eles tenham vaidade. A denominação trabalha para atender a novas demandas da burguesia assembleiana, que, se não faz parte da classe média, está muito perto dela, é urbana e frequenta universidades. É esse filão que está sendo disputado. Uma outra igreja paulista já promoveu show no Playcenter. No Rio de Janeiro, uma Assembleia de Deus organiza o que chama de Festa Jesuína, em alusão à Festa Junina.

Segundo o estudioso Alencar, as antigas proibições davam sentido ao substrato de pobreza do qual faziam parte a grande maioria dos membros da Assembleia de Deus. “Era confortável para o fiel que não tinha condição de comprar uma televisão dizer que ela é coisa do diabo. Assim, ele vai satanizando o que não tem acesso.”

Importante figura no mundo assembleiano, o pastor José Wellington Bezerra da Costa, 76 anos, presidente da Convenção Geral, não é adepto da corrente liberal. “Samuel é um menino bom, inteligente, mas é liberal na questão dos costumes e descambou a abrir a porta do comportamento”, afirma. Ferreira, por outro lado, se diz conservador, principalmente na questão dos dogmas.

Em suas celebrações, há o momento do dízimo, do louvor, da adoração e um coral clássico. Ao mesmo tempo, é o torcedor do Corinthians que tuita pelo celular até de madrugada – dia desses, postou que saboreava um sorvete às 4h30 –, viaja de avião particular e não abre mão de roupas de grife. Um legítimo pastor do século XXI.

11 respostas a “Revista IstoÉ faz Matéria Sobre Samuel Ferreira, AD Brás”

  1. Parabéns!

    Pela reportagem…
    Ouço todos os dias as mensagens do Pr. Samuel, grande homem de Deus.
    Deus tem usado ele para falar comigo através da sua palavra…
    Que Deus possa ungi-lo a cada dia mais e mais…

    Claudete

  2. Pastor lendo essa reportagem da Isto E , fiquei triste sou membro da Assembleia de Deus mas nao concordo com essa sua atitude de levar o mundo para dentro da igreja.Jesus esta voltando Pastor.

  3. eu como assembleiano fico muito envergonhado com essas atitudes do pastor, pois o proprio apostolo poulo falaque as igrejas devem manter os bons costumes(e não se aliar as coisas do mundo),e como podera um homem desse pregar o que jesus disse:“não ameis o mundo e nem o que nele á´´ Quando a pessoa so se preoculpa com a sua propria promoção na midia

  4. Sinceramente, eu acredito que esta reportagem só revelou mais um “Empresário da fé”!
    Uma parte da reportagem diz:
    “… tem predileção por peças da Hugo Boss…”
    HUGO BOSS, Quem banca esse luxo??
    Talvez um membro que mora mal, se veste mal, come mal…., mas é fiel no seus dizímos e ofertas!

    Que nojo desse tipo de “Líder”.

  5. Não concordo , pois demonstra uma atitude consumista.
    É vergonhoso um lider mostrar ostentação enquando a maioria dos membros tem uma situação social muito díficil e muitas vêzes contribuem religiosamente com seus dízimos para manter obra de Deus.

  6. o dia que vc pastor Samuel pedi perdão e arrumar o estrago q vc fez ( matando sonhos) no campo de ibitinga sp. vc se levantou contra uma familia inocente. mais vc nao ganhou. aguarde !!

    1. PASTORES VC PODE DIZER O QUE ELE FEZ EM IBITINGA? APESAR QUE NADA QUE ME DIGA SERÁ NOVIDADE. É DA FAMÍLIA FERREIRA FAZER “CERTAS COISAS”!

  7. ola pastor samuel ferreira a paz do senhor esua esposa keila meu nome´ana rosa daigreja servo sdas naçoe eu gostariia sabero que´ pecar contra o espirito santo e sobre sua consequencias amem pastor me ajud eemoraçao pmeu ministerio delouvor gostariad tocar ipo senhor jesus gloriadeDEUS ANAROSAATEMAIS

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *