Segunda Parte da Carta do Assassino do Rio de Janeiro

Sinceramente não publiquei nada relacionado ao episódio que chocou o mundo. Esse tal religioso radicalista invade uma escola e dispensa tiros a reveria mantando vidas inocentes.

  • Sinceramente ando tão ocupados com minhas questões fora tablóide, que preferi mesmo nem me ater na frente da TV. Lamentável, triste e realmente perturbador. O que esperamos é uma recuperação rápida para as famílias que perderam seus entes queridos.

Certo é que no fim da tarde de ontem foi liberada para a imprensa o segundo trecho da carta de suicídio de Wellington Menezes de Oliveira, que matou 12 crianças em uma escola em Realengo na Zona Oeste do Rio de Janeiro e depois se matou.

Já o primeiro trecho da carta possui teor fundamentalista islâmico, já no segundo trecho eles revelam que o atirador se mostra preocupado com a defesa de animais e respeito aos pais mortos.

  • Na carta, Wellington pediu uma “visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo o que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida eterna”.

Ainda haveria um outro trecho não divulgado pela Polícia, onde o assassino teria afirmado ter HIV e dado outras instruções sobre os procedimentos após sua morte, mas não há confirmação da existência.

  • Apesar da oração aos mortos, enterro com moldes islâmicos e a carta com pedidos serem características do Islamismo radical, o pedido de perdão a Deus e a espera pela volta de Jesus Cristo são crenças relacionadas ao Cristianismo, o que causou confusão na imprensa, em blogs e na polícia. No momento do ataque, testemunhos relatam que Wellington vestia uma roupa de referência ao Islã, mas calçava também um par de botinas.

Apesar da confirmação de uma das irmãs de que o assassino seria ligado ao Islamismo radical, não é descartada a hipótese de fanatismo e confusão de crenças. A polícia ainda investiga o caso.

De acordo com Felipe, “a mãe biológica dele seria portadora de esquizofrenia, segundo relatos dos familiares identificados. A importância é traçar se essa doença mental dele é hereditária”, o que explicaria a total confusão e falta de respostas para o motivo do atirador fazer a tragédia.

  • O que se espera é que uma política de segurança pública seja, providencialmente tomada. Não dá mais pra suportarmos tamanha impunidade. Que fique os votos de recuperação às famílias que estão sofrendo.

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